quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Reforma política deve ser votada em abril


 Relator da reforma política na Câmara Federal, o deputado Henrique Fontana (PT-RS) saiu feliz da reunião de líderes desta terça-feira (26.02) quando ficou definida a votação da matéria em Plenário para os dias 3 e 4 de abril. O presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse que dificilmente haverá consenso em torno das propostas, mas que a sociedade anseia por uma reforma política.

O ponto central da proposta apresentada por Fontana é o financiamento público exclusivo “com forte redução dos custos de campanha”. Para o relator, a medida também irá reduzir a influência do poder econômico que hoje financia a política. Entre os pontos que deverão entrar na pauta do Plenário, o parlamentar destaca a coincidência de eleições (mesmo ano), o fim das coligações proporcionais e a adoção do sistema belga de votação (lista flexível, onde o eleitor escolhe votar em um candidato ou na lista partidária, e o seu voto tem o poder de alterar a lista do partido).

Henrique Fontana acredita que a aprovação da reforma política trará uma mudança profunda e positiva para a vida política brasileira.  Segundo ele, não há consenso entre os deputados, mas existe maioria suficiente para aprovação.

*Fonte: http://www.henriquefontana.com.br

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Filie-se ao PT

‎O PT é campeão de votos, campeão em todas as pesquisas. Só não lidera em filiados!
Simpatizante, faça sua parte pra que essa distorção se corrija, siga às instruções e filie-se! 
Compartilhe para que mais simpatizantes também se filiem.

Filiados até 30 de outubro participam das próximas eleições internas do PT!! Participe também da escolha dos seus representantes dentro de nosso partido! 

Assista o vídeo e veja como funciona para se filiar.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Reunião Diretório Ampliado


Companheiros e companheiras,

Convocamos todos os membros do diretório municipal e convidamos os companheiros demais filiados para reunião na próxima sexta - feira(19/10) às 19 horas na sede  da SENERGISUL em Osório ( Rua Marechal Florianos 562).



PAUTA: 

* Avaliação da Campanha 2012;
* Planejamentos pós campanha;
* Informes gerais.

Saudações PT Osório

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Modo petista de governar é referência para a ONU



Ex-presidente Lula com a presidenta Dilma Rousseff (Foto: Ricardo Stuckert/IL)

Alfredo Saad Filho, economista da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), afirmou que o Brasil é hoje uma referência mundial para políticas de desenvolvimento econômico.


Desde que tomou posse em janeiro de 2003, uma das primeiras ações adotadas pelo presidente Lula foi criar o programa Fome Zero, cuja finalidade era levar uma alimentação digna para milhares de brasileiros que sobreviviam com pelos menos uma refeição diária. O programa avançou e dele foi originado o programa Bolsa Família, garantindo uma renda para as famílias com filhos menores de idade e matriculados nas escolas. Ao longo desse período, ao abolir o modelo anterior de concentração e transferência da riqueza para um seleto grupo de rentistas, o governo Lula promoveu uma inflexão no modelo econômico que privilegiasse o crescimento sustentável com a inclusão social.
O olhar para a inclusão social e a geração de empregos de 2003 até agora significaram a entrada na sociedade de consumo de mais de 40 milhões de brasileiros que ascenderam de classe social. Saíram das classes E e D para a classe C. Essa política de olhar para o mercado interno, para atender esse contingente de brasileiros que conquistaram uma renda para adquirir bens para suas residências – inclusive a casa própria –, fez toda a diferença em 2008 na pior crise financeira mundial 70 anos depois do crash da Bolsa de Valores de Nova York, em 1929, que praticamente quebrou o mundo. Lá atrás, brasileiros ricos amanheceram pobres.
Mas isso não se repetiu em 2008. O Brasil apostou na pujança de seu mercado interno e isso garantiu que o País fosse um dos últimos a entrar na crise e o primeiro a sair. Ao criar condições para a economia continuar andando em plena crise financeira global – mais oferta de crédito, redução de impostos e manutenção dos benefícios sociais, sem comprometer o rigor fiscal das contas públicas -, o ex-presidente brasileiro taxou a crise de uma “marolinha” e ele estava certo, embora a oposição dizia estar certa e por isso recomendava cortes de benefícios fiscais, restrição do crédito e aumento dos juros para enfrentar a crise.
O remédio brasileiro foi outro, ou seja, a opção não foi pelo “mercado” mas, sim, pelos brasileiros de carne e osso que continuaram tendo sucessivas melhoras na renda familiar e mais oportunidades, principalmente aquelas relacionadas às políticas inclusivas. Apesar das críticas da oposição, a política de inflexão econômica iniciada por Lula e mantida pela presidenta Dilma acaba de receber um dos maiores reconhecimentos da história econômica mundial.
Na manhã desta quarta-feira (12) ninguém menos do que Alfredo Saad Filho, economista da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), afirmou que o Brasil é hoje uma referência mundial para políticas de desenvolvimento econômico. Saad fez essa declaração durante o lançamento do Relatório de Comércio e Desenvolvimento 2012 que mapeou as tendências econômicas e os problemas financeiros atuais de praticamente todas as nações do planeta.
A boa performance das nações emergentes no período de 2006 a 2012 sustentou a demanda doméstica e embora um país sozinho não pudesse assegurar a evolução econômica global, 74% do crescimento foi gerado pelos países em desenvolvimento, daí a UNCTAD observar que a solução apropriada para os países desenvolvidos é seguir esse modelo se realmente querem sair da crise. A entidade ligada ao Sistema ONU – Organização das Nações Unidas - recomenda que a receita adotada pelo Brasil de sustentar a demanda interna é um antídoto à política de contenção do consumo verificado em países da zona do Euro. Saad destacou que a Zona do Euro tem o pior rendimento dentre os países desenvolvidos, e as recessões europeia e norte-americana estão fundamentadas na deterioração da renda. Esses países, disse Saad, preferiram exportar fatias da produção nacional para economias emergentes e grande parte dos lucros foram direcionados ao pagamento de dividendos, acarretando em lucros individuais e, consequentemente, concentração de renda.
“Nos últimos dez anos ou um pouco mais que isso, o Brasil tem servido de referência para políticas sociais, e, mais que isso, para políticas macroeconômicas. Não só as fontes de crescimento, mas as fontes de inspiração de política econômica têm se diversificado também”, declarou Saad. Sem meias palavras, o economista da UNCTAD dá a receita aos países desenvolvidos que realmente querem sair da crise: para retomar o crescimento, os países desenvolvidos devem investir no mercado doméstico, principal fonte de demanda.
O economista disse que em alguns países, como a Alemanha, a política de enfrentamento da crise na Zona do Euro baseada em políticas de austeridade sobre o setor público prejudica o crescimento no mundo. “Os países em desenvolvimento não descolaram dos demais, eles precisam dos países desenvolvidos, e a falta de dinamismo nestes países preocupa a todo o mundo”, avaliou.
Saad classificou a crise atual como “a causadora de um problema grave acumulativo no sistema financeiro internacional, que se contrai e não fornece crédito para a produção e o consumo - e uma crise de falta de demanda, causada pelo aumento da desigualdade e pela perda cumulativa de salários reais nos últimos 30 anos é o grande problema”.
(Marcello Antunes/PTnoSenado, com informações da UNCTAD)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Lula fala sobre a importância das eleições desse ano




O ex-presidente Lula tem acompanhado as mudanças do país há muitos anos. Como você sabe, ele lutou pela democracia, foi contra a ditadura militar e sempre apoiou a liberdade de expressão. Enquanto presidente, Lula trabalhou para construir um país mais justo e igualitário.
Hoje, Lula sabe como a democracia e o voto podem mudar os rumos de uma nação, por isso ele convida todas as brasileiras e brasileiros a se engajarem no processo eleitoral, a conhecer os candidat@s e a fazer uma escolha consciente para que o Brasil continue avançando.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Alessandra Santos, uma história de superação — Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Com a ajuda do Cras, ela reconstruiu a casa destruída por temporal e hoje trabalha em uma cooperativa de coleta de materiais recicláveis em Canoas (RS)alessandra_ucm_0555.jpg

Canoas, 24 – O pouco que ela tinha foi varrido por um temporal no ano passado. A tempestade levou tudo. Geladeira, televisão, fogão, roupas e deixou o pequeno barraco no chão. Como se não bastasse, o marido foi embora com o crack. Perdendo a batalha para o vício, ele abandonou Alessandra Santos dos Santos, 31 anos, os sete filhos e sumiu mundo afora. No primeiro momento, veio o desespero, a força despareceu. Mas, nem mesmo ver os bens materiais, comprados com muita dificuldade, serem destruídos pela força da natureza, além de perder o companheiro, foi suficiente para fazer com que a mulher desistisse.

Com a ajuda do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro Guajuviras, em Canoas (RS), Alessandra pôde recomeçar a vida. “O acolhimento do Cras foi muito importante. Antes de ter a ajuda do pessoal de lá, não via saída.”

Além de passar a receber o benefício do Bolsa Família pelos sete filhos, o Cras de Guajuviras ajudou Alessandra com a doação de itens básicos para sobrevivência. “Eles também me ajudaram com comida e roupa, porque perdi tudo com a chuva”.

No final do ano, a sogra de Alessandra construiu um pequeno cômodo no fundo de casa para abrigar os netos e a nora. Recebendo pouco mais de R$ 200 de benefício do Bolsa Família e ganhando alguns trocados fazendo bicos, Alessandra ia vivendo. “As coisas estavam se acertando aos poucos.”

Ela também ganhou telhas para terminar a construção do barraco. No entanto, o telhado nunca foi concluído. “Tudo parecia correr bem, mas meu marido apareceu em casa e vendeu as telhas pra comprar mais crack.”

Cooperativa - Entre um bico e outro, no dia 14 de abril deste ano, Alessandra finalmente conseguiu um emprego com salário fixo. Hoje, ela integra a equipe de mulheres catadoras de materiais recicláveis da Cooperativa de Reciclagem Amigos Solidários de Canoas (Cooarlas).

“Agora tenho um salário de R$ 800”, diz Alessandra. “Com esse dinheiro e o benefício do Bolsa Família, as coisas melhoraram, posso comprar comida, roupas e mais coisas para os meus filhos. Coisas que antes faltavam.”
Aproximadamente 80% dos trabalhadores da cooperativa são mulheres. Além do salário fixo e do Bolsa Família,

Alessandra recebe uma cesta de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA). “Uma vez por mês a gente tem essa ajuda do PAA.”

O dia dela começa cedo. Às 7h30, já está na Cooarlas. Depois de passar por uma tempestade que destruiu a casa e ver o marido abandonar a família, Alessandra hoje comemora e está em busca de mais um sonho. “Cheguei aqui com ajuda do Cras, do Bolsa Família e, agora, quero trabalhar bastante para conquistar minha casa própria para dar mais qualidade de vida aos meus filhos”.
Raphael Rocha
Ascom/MDS
(61) 3433-1021
www.mds.gov.br/saladeimprensa