quinta-feira, 11 de julho de 2013
Plenária de Formação Politica
>> Convidamos você para participar do 3º encontro e debates para o PED 2013.
domingo, 23 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Plenária de Formação Política -PED 2013-
A executiva municipal do Partido dos Trabalhadores de Osório, vem reafirmar o compromisso com a democracia interna, com a organização e fortalecimento do partido, convida seus filiados a participarem neste sábado, 15 de junho, às 9 horas, na Câmara de Vereadores, de plenária visando o Processo de Eleição Direta-PED. Participe!
segunda-feira, 10 de junho de 2013
De costas para o Brasil
O colapso da mídia conservadora chegou antes da falência do país, vaticinada há mais de uma década pelo seu jornalismo.
O velho ‘passaralho’ sobrevoa algumas das principais redações que compõem o núcleo duro da oposição ao governo Dilma.
Estadão, Abril, Folha, Valor lideram a deriva de uma frota experiente na arte de sentenciar vereditos inapeláveis sobre o rumo da Nação, enquanto o seu próprio vai à pique.
De bagres a pavões, cabeças experimentam o fio gelado da guilhotina dos custos nas grandes corporações.
A ‘descontinuidade’ de títulos, a supressão de cadernos, o emagrecimento das edições, o clamoroso empobrecimento da reportagem e o rapa nos borderôs dos freelas não deixam margem a dúvida.
O setor vive uma de suas mais graves crises, da qual o leitor só tem notícia pela qualidade declinante do produto.
Enquanto uiva e torce pela espiral descendente da economia, de olho em 2014, a mídia alivia (suprime?) a discussão da efetiva, ostensiva e acelerada decadência em seu metabolismo.
Murmúrios escapam de quando em vez, como na coluna domingueira da ombudsman da Folha, Suzana Singer.
Informa-se ali que o veículo cuja manchete saliva sobre os sete pontos de queda de Dilma na corrida presidencial demitiu 24 pessoas apenas na última semana.
Não só.
Sepultou o Caderno Equilíbrio (que já rastejava há meses) e agora persegue a receita de “um jornal menor, mas mais sofisticado para fazer frente às informações gratuitas oferecidas na internet”.
Duas observações são obrigatórias.
O veículo dos Frias avoca a suavização de um fracasso com base na mudança sistêmica que apertou as turquesas da concorrência contra o modelo tradicional de jornalismo
Mitigação equivalente é sonegada ao governo e ao país, submetidos aos constrangimentos de um mundo que se liquefaz na desordem neoliberal.
Número dois: antigamente, a expressão ‘menor, mas mais sofisticado’, uma variante do surrado ‘ fazer mais com menos’, era sinônimo de arrocho e superexploração.
A transição tecnológica da Internet talvez não explique integralmente a corrosão edulcorada nos velhos chavões patronais.
Corporações que fazem água nesse momento não são entes genéricos; não praticam qualquer jornalismo, não reportam qualquer país, tampouco adernam num ambiente atemporal.
Uma singularidade precisa ser reposta: o jornalismo dominante virou as costas ao país na última década.
Se a tecnologia envelheceu o suporte, o conservadorismo esférico, traduzido em antipetismo obsessivo, mumificou a pauta.
A saturação da narrativa antecedeu o esgotamento do meio.
Ao ocupar diariamente suas páginas com a reprodução da mesma matéria --'o fracasso do Brasil', as corporações contraíram um vírus fatal ao seu negócio: o da previsibilidade.
Há quanto tempo as manchetes, colunas e reportagens disparadas do bunker dos Frias deixaram de surpreender o leitor?
Existe algum motivo para ler amanhã um jornal que hoje tem a frase seguinte antecipada na anterior? E na anterior da anterior e assim sucessivamente?
A recusa em discutir os reais problemas do desenvolvimento brasileiro – que existem e são sérios –, o veto às soluções que escapam à estreiteza de seu receituário, erigiu a sólida base de irrelevância desse jornalismo, esmagando-o nos limites de um universo leitor incapaz de sustenta-lo.
O golpe de misericórdia tecnológico, no caso brasileiro, talvez seja apenas isso.
Uma gota d’água adicional em um galeão perfurado de morte pelo seu próprio peso.
Se o objeto em questão parece irremediavelmente comprometido, cabe à mídia progressista ocupar o seu espaço erigindo-se em uma verdadeira caixa de ressonância dos grandes debates do desenvolvimento nacional.
Não há mandato cativo na história.
Essa função será desempenhada pela comunicação que souber contornar o vírus da irrelevância tendo como norte a certeza de que as ideias só se renovam e pertencem ao mundo através da ação.
O velho ‘passaralho’ sobrevoa algumas das principais redações que compõem o núcleo duro da oposição ao governo Dilma.
Estadão, Abril, Folha, Valor lideram a deriva de uma frota experiente na arte de sentenciar vereditos inapeláveis sobre o rumo da Nação, enquanto o seu próprio vai à pique.
De bagres a pavões, cabeças experimentam o fio gelado da guilhotina dos custos nas grandes corporações.
A ‘descontinuidade’ de títulos, a supressão de cadernos, o emagrecimento das edições, o clamoroso empobrecimento da reportagem e o rapa nos borderôs dos freelas não deixam margem a dúvida.
O setor vive uma de suas mais graves crises, da qual o leitor só tem notícia pela qualidade declinante do produto.
Enquanto uiva e torce pela espiral descendente da economia, de olho em 2014, a mídia alivia (suprime?) a discussão da efetiva, ostensiva e acelerada decadência em seu metabolismo.
Murmúrios escapam de quando em vez, como na coluna domingueira da ombudsman da Folha, Suzana Singer.
Informa-se ali que o veículo cuja manchete saliva sobre os sete pontos de queda de Dilma na corrida presidencial demitiu 24 pessoas apenas na última semana.
Não só.
Sepultou o Caderno Equilíbrio (que já rastejava há meses) e agora persegue a receita de “um jornal menor, mas mais sofisticado para fazer frente às informações gratuitas oferecidas na internet”.
Duas observações são obrigatórias.
O veículo dos Frias avoca a suavização de um fracasso com base na mudança sistêmica que apertou as turquesas da concorrência contra o modelo tradicional de jornalismo
Mitigação equivalente é sonegada ao governo e ao país, submetidos aos constrangimentos de um mundo que se liquefaz na desordem neoliberal.
Número dois: antigamente, a expressão ‘menor, mas mais sofisticado’, uma variante do surrado ‘ fazer mais com menos’, era sinônimo de arrocho e superexploração.
A transição tecnológica da Internet talvez não explique integralmente a corrosão edulcorada nos velhos chavões patronais.
Corporações que fazem água nesse momento não são entes genéricos; não praticam qualquer jornalismo, não reportam qualquer país, tampouco adernam num ambiente atemporal.
Uma singularidade precisa ser reposta: o jornalismo dominante virou as costas ao país na última década.
Se a tecnologia envelheceu o suporte, o conservadorismo esférico, traduzido em antipetismo obsessivo, mumificou a pauta.
A saturação da narrativa antecedeu o esgotamento do meio.
Ao ocupar diariamente suas páginas com a reprodução da mesma matéria --'o fracasso do Brasil', as corporações contraíram um vírus fatal ao seu negócio: o da previsibilidade.
Há quanto tempo as manchetes, colunas e reportagens disparadas do bunker dos Frias deixaram de surpreender o leitor?
Existe algum motivo para ler amanhã um jornal que hoje tem a frase seguinte antecipada na anterior? E na anterior da anterior e assim sucessivamente?
A recusa em discutir os reais problemas do desenvolvimento brasileiro – que existem e são sérios –, o veto às soluções que escapam à estreiteza de seu receituário, erigiu a sólida base de irrelevância desse jornalismo, esmagando-o nos limites de um universo leitor incapaz de sustenta-lo.
O golpe de misericórdia tecnológico, no caso brasileiro, talvez seja apenas isso.
Uma gota d’água adicional em um galeão perfurado de morte pelo seu próprio peso.
Se o objeto em questão parece irremediavelmente comprometido, cabe à mídia progressista ocupar o seu espaço erigindo-se em uma verdadeira caixa de ressonância dos grandes debates do desenvolvimento nacional.
Não há mandato cativo na história.
Essa função será desempenhada pela comunicação que souber contornar o vírus da irrelevância tendo como norte a certeza de que as ideias só se renovam e pertencem ao mundo através da ação.
Postado por Saul Leblon às 18:25
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Abertas as Cancelas dos Pedágios
Por Marco Weissheimer* No final da madrugada da sexta-feira, dia 31 de maio, por volta das 5 horas da manhã, as cancelas de praças de *pedágio* administradas pelo consórcio Univias começaram a ser *liberadas* para os usuários das respectivas estradas, em Caxias do Sul e Lajeado. Durante o dia, o ato se repete em outras estradas, atingindo, ao todo, nove polos de pedágio, que passarão a ser administrados pela *Empresa Gaúcha de Rodovias* *(EGR)*. As estradas federais deverão ficar a cargo da União. São eles: Na ERS 122 entre Farroupilha e Caxias do Sul, entre Caxias do Sul e Antônio Prado ... mais »
FORD condenada a devolver para o RS R$ 160 milhões
Na quarta-feira (29/5), por decisão judicial a Ford foi condenada a indenizar o Estado do Rio Grande do Sul .Segundo o Dep. Raul Pont o fato deve ser celebrado. "A Ford saiu não por razões ideológicas, mas sim porque fez um grande negócio, patrocinado pelos deputados Aleluia e ACM, que alteraram uma medida provisória, com a cumplicidade do Fernando Henrique Cardoso, para estender por mais meio ano o regime especial dos automotivos, que já estava extinto. É essa a realidade, são esses os fatos, e temos de comemorar a decisão judicial", disse.
Fonte: Boletim Eletrônico Dep. Raul Pont
terça-feira, 21 de maio de 2013
Artigo: Reforma Política e o desmonte do Status Quo - Por Alberto Cantalice
Alberto Cantalice, vice-presidente nacional do PT (Foto: Richard Casas/PT)

Na parte que nos toca, o PT é reconhecido por todos, aliados e adversários, como um Partido político organizado e com funcionamento permanente.
As críticas que o Ministro Joaquim Barbosa fez ao sistema proporcional das eleições brasileiras. Onde disse que os partidos no País são de mentirinha, propondo em seguida, o voto distrital puro, feitas em palestra para alunos da UNB é próprio de quem desconhece a realidade do processo político no Brasil.
Na parte que nos toca, o PT é reconhecido por todos, aliados e adversários, como um Partido político organizado e com funcionamento permanente. Portanto essa carapuça ministro não nos cabe.
O fruto deste artigo, não é responder afirmações descabidas e sim tratar das propostas de mudanças no sistema eleitoral brasileiro.
O nó górdio do sistema é sem sombra de dúvidas o financiamento privado das campanhas eleitorais, aliada a falta de uma verdadeira práxis de fidelidade partidária, que não encontram abrigo nas teses emanadas do Tribunal Superior Eleitoral.
Ao enfrentar os problemas crônicos do sistema eleitoral, com a apresentação de um Projeto de Lei de iniciativa popular, ancorados em mais de 1,5 milhão de assinaturas que estão sendo coletadas nos quatro cantos do País. O Partido dos Trabalhadores desmonta a tese falaciosa daqueles que ao proporem soluções mirabolantes contribuem para a velha máxima do elitismo brasileiro: “mudar para que nada mude”.
A baixa representação dos setores oriundos das camadas populares no Congresso Nacional, bem como a pequena representação feminina é fruto deste “status quo”. O custo cada vez mais elevado das campanhas, tem transformado o exercício da ação política eleitoral em uma verdadeira usina de crises.
Fortalecer os partidos que tenham programa e propostas é o caminho. Não a pulverização pueril que tem se dado nos últimos tempos. Barrar o mercado persa das legendas partidárias, fundadas em grande medida por um naco do fundo partidário e que transforma seus parcos segundos de propaganda eleitoral em mercadoria, decisivamente não contribuem para o fortalecimento e aperfeiçoamento da democracia brasileira.
È urgente dar um basta na crescente intromissão do Judiciário no Legislativo. Expediente esse usado de salvaguarda pelas minorias que ao se verem na iminência de serem derrotadas democraticamente por falta de votos, batem às portas do Judiciário como as “vivandeiras” de quartéis, faziam no período pré 1964.
Propostas que visam efetivamente mudar, teriam que se dar em um ambiente próprio, e com seus eleitos despidos de interesses imediatos, para isso o PT propõe neste Projeto de Lei a convocação de uma Constituinte Exclusiva, onde os parlamentares eleitos para este fim dariam por encerrada a sua participação ao término dos trabalhos.
Ousadia, coragem e trabalho nunca faltaram ao Partido dos Trabalhadores que fiel ao seu ideário e dando seguimento às transformações econômicas e sociais, que os governos Lula e Dilma têm desenvolvimento no Brasil, apresentam para o conjunto de seus militantes, filiados e simpatizantes mais esse desafio: Coletar mais de 1,5 milhão de assinaturas e levar essa discussão ao povo, para contribuir para desobstruir o sistema eleitoral e garantir uma representação muito mais equânime entre todos os atores políticos e agentes sociais que compõem o mosaico que é a sociedade brasileira. É isso o que nos difere.
Alberto Cantalice é Vice-Presidente nacional do PT e coordenador da Campanha pela Reforma Política.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Convidamos você para participar do 1º encontro e debate para o PED 2013, até agosto/2013 teremos mais 03 encontros, e lembramos que a tua participação é de extrema importância e que a presença em um dos encontros é uma das regras para ter direito a voto do PED 2013.
Nosso primeiro encontro será neste sábado, dia 18 de maio às 09 horas na Câmara de Vereadores de Osório, e contaremos com a ilustre presença da Dep. Ana Afonso.
Pauta:
* Programa e estrategia partidária, conjuntura nacional e internacional;
* Tática política de alianças;
* Programa eleições 2014;
* Construção Partidária e plano de ação;
Será possível também neste encontro cada filiado pegar o boleto de contribuição partidária e esclarecer possíveis dúvidas sobre este assunto.
Saudações Petistas,
PT Osório
Nosso primeiro encontro será neste sábado, dia 18 de maio às 09 horas na Câmara de Vereadores de Osório, e contaremos com a ilustre presença da Dep. Ana Afonso.
Pauta:
* Programa e estrategia partidária, conjuntura nacional e internacional;
* Tática política de alianças;
* Programa eleições 2014;
* Construção Partidária e plano de ação;
Será possível também neste encontro cada filiado pegar o boleto de contribuição partidária e esclarecer possíveis dúvidas sobre este assunto.
Saudações Petistas,
PT Osório
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Plenária de Formação PED 2013
C O N V I T E
Companheiros e companheiras!
Em atendimento ao artigo 3º do REGULAMENTO DO PROCESSO DE ELEIÇÕES DIRETA - PED 2013, o PT Osório estará realizando PLENÁRIA DE FORMAÇÃO POLITICA no dia 18 de maio de 2013, nas dependências da Câmara de Vereadores de Osório
A atividade politica com inicio às 9h, contará com a presença da Deputada Estadual e Vice-Presidenta do PT Estadual, Dep. Ana Affonso.
Os assuntos de pauta serão os seguintes:a) Programa e Estratégia partidária
b) Conjuntura nacional e internacional;
c) Tática, política de alianças, programa para as eleições 2014;
d) Construção partidária e plano de ação.
O parágrafo 1º do Regulamento do Processo de Eleições Direta afirma que a participação em, pelo menos, uma destas atividades – ou nos debates organizados pela comissão de organização eleitoral nacional- é condição necessária para habilitar o filiado (a) a votar no PED 2013.
Executiva Municipal do PT Osório
quinta-feira, 9 de maio de 2013
@PTOsório com Lula e Dilma em Porto Alegre
INTERESSADO EM PARTICIPAR DO EVENTO? ENTRE EM CONTATO COM O JOÃO FERNANDO (DADÁ) - 8129 4551 OU BRUNO RAMOS - 8413 8002

A presidenta Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula virão a Porto Alegre no próximo dia 14 para participar do seminário nacional do PT “10 anos de governo popular e democrático”.
Organizado pelo Instituto Lula, pela Fundação Perseu Abramo e pelo Partido dos Trabalhadores, o evento tem sido realizado em todas as regiões do país, tratando de diferentes aspectos da gestão petista na presidência da República. Nesse roteiro, o partido debate os avanços desta década e aponta os próximos desafios da reforma estrutural do país.
Em Porto Alegre, o tema do seminário será “Nova geopolítica internacional e o reposicionamento brasileiro”, com os painelistas, Marco Aurélio Garcia, assessor da Presidência para assuntos internacionais e Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Após o seminário, será realizado o ato político, quando falarão Dilma, Lula e o presidente nacional do PT, Rui Falcão.
Participarão dirigentes partidários, vereadores, prefeitos, parlamentares, setoriais do PT, centrais sindicais, partidos aliados e representantes de governos e partidos do Mercosul. O seminário inicia às 18h, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
DIA DO TRABALHADOR
1º de maio
comemoramos um novo Brasil, queremos uma
nova política!
Vamos democratizar a política no nosso país.
O Brasil tem avançado muito na distribuição de renda no desenvolvimento econômico e no reconhecimento internacional. Mas pode avançar muito mais. Para isso falta um sistema político mais democrático, que represente melhor todos os segmentos da sociedade e ajude o país a ultrapassar os entraves ao nosso desenvolvimento social e econômico.
Queremos que as cidadãs e os cidadãos participem mais das decisões e acreditem que os governos e parlamentares vão exercer seus mandatos de acordo com os projetos debatidos e escolhidos nas eleições. As mulheres precisam ter o espaço na política que é delas por direito, assim como os outros segmentos sub-representados.
É necessário também haver mais igualdade, transparência e economia de recursos na disputa pelos cargos públicos.
Uma transformação desse porte enfrenta obstáculos enormes. O pensamento oligárquico, preconceituoso e autoritário, que teve seu auge na ditadura, ainda é forte em nossa política.
Além disso, os interesses especulativos e de alguns grupos com grande poder econômico, que têm seus lobbies muito bem entrincheirados no jogo político, tentarão barrar mudanças que reduzam seu poder de influência.
A distorção que o financiamento privado causa à igualdade na disputa eleitoral pode ser exemplificada com a constatação de que apenas 200 grandes financiadores bancam a maior parte dos recursos gastos durante as eleições no País, valor este que na prática é embutido no
custo dos serviços ou produtos e, no final, a população paga a conta.
Temos a convicção de que é possível e necessário avançar!
O plenário do Senado aprovou, este mês, Projeto de Lei que institui o Estatuto da Juventude que estabelece direitos para jovens entre 15 e 29 anos.
Jefferson Lima fala sobre aprovação do Estatuto da Juventude
Secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima. (Foto: Richard Casas/PT).
O texto aprovado foi relatado pelo senador Paulo Paim (PT/RS) e agora segue para análise da Câmara dos Deputados.
De acordo com o Secretário Nacional de Juventude do PT, Jefferson Lima, o substitutivo apresentado pelo senador petista Paulo Paim foi “fruto de um consenso” entre todos os movimentos que representam à juventude brasileira.
“O texto aprovado garante amplos direitos para a juventude e faz a relação da criação do Sistema Nacional de Juventude e mostra para a toda juventude brasileira e para o Governo Federal quais são os direitos dos nossos jovens, e as políticas públicas necessárias para avançar nesse segmento que representa hoje mais de 50 milhões de brasileiros e brasileiras” declarou Jefferson.
“O texto aprovado garante amplos direitos para a juventude e faz a relação da criação do Sistema Nacional de Juventude e mostra para a toda juventude brasileira e para o Governo Federal quais são os direitos dos nossos jovens, e as políticas públicas necessárias para avançar nesse segmento que representa hoje mais de 50 milhões de brasileiros e brasileiras” declarou Jefferson.
O PLS 98/2011 aprovado no Senado garante a meia-entrada em eventos culturais e esportivos de todo o país para jovens de baixa renda e exige que empresas de transporte interestadual reservem para o grupo dois assentos gratuitos nos ônibus.
No entanto Jefferson destacou que a Juventude do Partido dos Trabalhadores é contrária a única alteração do projeto, que foi a emenda da senadora Ana Amélia (PP/RS) que alterou a política de concessão de meia-entrada para eventos culturais. Com a mudança, 40% dos ingressos serão reservados para jovens devidamente matriculados e sob posse de sua carteira estudantil.
“A Bancada do PT no Senado defendeu os interesses de toda a juventude brasileira e votou contrária a essa emenda, mas infelizmente ela foi aprovada e esse foi o ponto negativo do Estatuto da Juventude, no qual nós vamos tentar debater isso na Câmara e vamos tentar votar contrária a essa emenda” explicou Jefferson.
Segundo Jefferson os pontos positivos superam o negativo, e ele aproveita a ocasião, para informar que o atual momento é de mobilização tanto nas ruas como nas redes sociais.
“Vamos continuar com esse amplo processo de mobilização e o com o diálogo com os diversos movimentos de juventude, com o Conselho Nacional de Juventude e com as Juventudes Partidárias para que o Estatuto da Juventude, que agora está na Câmara dos Deputados, possa tramitar o mais rápido possível para que até o meio do ano de 2013, ele seja aprovado no Congresso Nacional e sancionado pela nossa presidenta”, convocou Jefferson Lima.
(Fabrícia Neves – Portal do PT)
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