domingo, 11 de setembro de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Juventude Petista de Osório debate sobre criação do CONJUVE-RS
Jovens Militantes do Partido dos Trabalhadores reunirão-se na segunda feira dia 20/06 na sala “.com” da Câmara de Vereadores de Osório às 18 horas.
O encontro tem como pauta principal a discussão da minuta de decreto que institui o CONJUVE-RS (Conselho Estadual de Juventude), órgão que foi proposto pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos.
A JPT, também discutirá temas como democracia e internet, inclusão digital, a conjuntura política atual do município de Osório, organização e mobilização dos militantes jovens, e também, estratégias para o pleito de 2012.
Entenda o CONJUVE-RS:
O CONJUVE-RS tem por objetivo ser um órgão deliberativo do governo do Estado para auxiliar na criação de políticas públicas para a juventude gaúcha. Foi criado um blog na internet para que se pudesse discutir com a sociedade a criação deste conselho. Está sendo realizada uma consulta pública sobre o CONJUVE até o dia 30/06/2011.
Maiores informações sobre o CONJUVE acesse o blog do CONJUVE-RS: http://j.mp/jxIb5t
A minuta do decreto que será utilizada como documento base para a discussão do dia 20/06 está disponível neste link: http://j.mp/m1InRR
Salientamos a importância da participação dos jovens de toda a região nessa discussão, pois só assim, poderá ser construída uma proposta para o CONJUVE que realmente contemple as necessidades da juventude do Litoral Norte, além disso, este será mais um instrumento para que a juventude tenha voz junto ao governo do Estado, portanto, é preciso que a juventude se apodere deste órgão, participando ativamente, tanto da sua criação, como de seus trabalhos, para que um órgão que representa os jovens, seja feito por jovens.
Carta Aberta às/aos Estudantes da PUCRS
Nos últimos dias diversas mobilizações aconteceram no campus envolvendo muitos estudantes. Foram três dias e duas noites de manifestação e acampamento em frente ao DCE para denunciar o processo eleitoral fraudulento, agressões físicas, às mulheres, e verbais de membros do DCE contra estudantes. O processo eleitoral de tiragem de delegadas/os para o Congresso da UNE (União Nacional de Estudantes) foi fraudado pelo DCE desde o seu início. A comissão eleitoral, composta por três membros do DCE, não homologou nenhuma das chapas de oposição e não apresentou as devidas razões. Pelo contrário, reagiram agressivamente gerando nos estudantes forte indignação. Nosso ato, portanto, vai contra esse poder centralizado já que diálogo não existe. E resistimos! Realizamos na noite fria do dia 9 de junho uma Assembléia Geral onde reunimos centenas de estudantes ansiosos por mudanças no DCE.
Sabemos que todos esses fatos não se dão de maneira isolada, sem vínculos com o passado. São, na verdade, parte de uma história de mais de duas décadas de crimes, violações e impunidade no nosso Diretório Central e em outros centros acadêmicos, como é o caso do CAMC, CAVM, CAENG e CAAP. Nesses espaços não acontecem eleições democráticas nem prestações de contas, além de haver uma clara ligação com um grupo do PDT, identificado com o vereador Mauro Zacher, envolvido em grandes esquemas de corrupção na cidade. Desse modo, entendemos que poucos são os espaços de representação discente na universidade, limitados a alguns Centros Acadêmicos que resistem.
Temos a clareza de que projeto de DCE defendemos. Sabemos que o pressuposto maior para a legitimidade de um espaço como esse é a democracia, a participação do maior número de estudantes. O DCE que defendemos deve estar em permanente diálogo, escutando nossos anseios em um espaço que é de todas/os nós e que deve ter a nossa cara! Defendemos uma universidade que permita e valorize a liberdade de expressão, que favoreça o encontro, a troca de saberes e que reconheça a diversidade como uma virtude. Desejamos que a universidade seja um espaço de debate de ideias e construções, comprometida com a liberdade e com a justiça social.
Continuaremos lutando por um novo processo eleitoral, para o DCE e para o CONUNE, livre da velha máfia e com ampla participação estudantil. Propomos à PRAC a realização de uma audiência estudantil para que todas/os estudantes tenham voz. Exigiremos ainda a devolução dos documentos que foram entregues para a inscrição das chapas e que foram utilizados pelos membros do DCE para que movessem ações improcedentes contra diversos integrantes do movimento estudantil. Acreditamos que se estivermos unidos chegaremos muito mais longe, contrariando o medo e a falsa idéia de que é impossível mudar. Com a participação de todas/os que se identificam com essa luta chegaremos cada vez mais perto da democracia na nossa universidade!
Boa luta pra todas/os nós que acreditamos que é possível mudar!Porto Alegre, 10 de junho. Inverno de 2011.