Fonte: http://www.dilma.com.br
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Dilma reitera sua posição em relação ao Código Florestal
Fonte: http://www.dilma.com.br
segunda-feira, 23 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Raul Pont em Osório
Leonardo Marques Rodrigues (Léo)
João Fernando Marques (Dadá)
sexta-feira, 20 de maio de 2011
PT, o único Partido inteiro do Brasil
Ana Carolina Martins da Silva *
Parece ironia dizer isso de um partido cuja principal característica é ser formado por Tendências, por frentes com posições e quadros muitas vezes antagônicos ou independentes entre si. Porém, o PT, dentre os partidos que se apresentam no Brasil advogando unidade, hoje, é o único Partido que não está partido, tem se organizado para ocupar o poder e gerar transformações sociais. Passadas muitas disputas internas, pequenas e distantes vitórias, como sua primeira prefeitura, o PT foi abraçando e sendo abraçado pelo Brasil, sem parar de se articular ou de articular-se com os outros, sem perder a estrela, sem mudar a legenda, sem trocar de casa, numa revisão de práticas constante.
Exemplo disso foi o seminário organizado pelo PT-POA para discutir e aprimorar a comunicação interna, e por consequência, externa do Partido. O evento aconteceu no dia 14 de maio, às 9h e 30min, no auditório da sede (João Pessoa, 785). À mesa, estavam João Ferrer, jornalista e coordenador da bancada do PT na Assembleia Legislativa, e Paulo Cesar Rosa, jornalista e publicitário, assessorados pelo Vereador Adeli Sell, presidente do PT local, e por Michele Sandri, Secretária de Comunicação.
Após as colocações dos painelistas sobre comunicação política, partidária, institucional e marketing partidário e comunicação, observou-se que é preciso cada vez mais os partidos políticos estarem próximos da população, seja através de mídias tradicionais como jornal, seja através de mídias eletrônicas, como as redes de internet. Entretanto, a figura de contato mais saudosa e comentada como grande propagandista dos ideais do PT foi o militante.
O fortalecimento deste segmento pode ser mais importante do que o uso da internet, porém, em minha opinião, não da forma “profissional” como está acontecendo hoje. É deprimente ver, em épocas eleitorais, figuras completamente desprovidas de motivação sacudindo bandeiras nas calçadas, ou entregando panfletos, como quem se livra deles.
Os bonequinhos infláveis de Posto, por vezes, demonstram mais amor à camiseta do que esses “militantes”, pois pelo menos trazem alguma coisa por dentro, ainda que vento. Paulo Cezar da Rosa em seu texto: O marketing político no Brasil 2010 comentou sobre outros tipos de articuladores, o visitador e o multiplicador: “O que a internet revela é que a eleição está saindo da TV e migrando para o corpo a corpo. Candidato que quiser ser eleito precisa ter equipes de visitadores e multiplicadores, precisa de escritórios políticos profissionais em cada município, em cada bairro. Não se trata mais de comprar” apoios de lideranças, de assalariar os formadores de opinião no período da campanha. Não. Hoje se trata de fazer chegar a mensagem até o eleitor, da forma mais profissional e transparente possível.”
Quantos de nós já não fomos multiplicadores ou visitadores por amor a uma causa? Será que as agências publicitárias podem substituir as conversas de bar, de esquina, o risoto de final de semana com violaço? Onde foi parar o sabor de ser militante? Ser militante era um estado de espírito. Acreditava-se que o proletariado tinha de tomar o poder. Era isso. Era preciso concentração. Era preciso não dispersar, como dizia Lênin. Lembro de um amigo que fiz em Passo Fundo, em 1986. Sempre que eu o encontrava, ele estava falando em política e era do PT. Um dia, eu perguntei a ele: Escuta, você está sempre falando em política, comendo política, jogando política.
Afinal, o que você faz para se divertir? Ele me respondeu: Eu milito. Essa indissociabilidade é o que sente um bom militante, eu acredito. Seja das causas políticas, seja das causas ambientais, religiosas, étnicas, sexuais, enfim, o militante é aquele que milita. Parece redundante, mas o que quero dizer é que o militante de verdade é aquele que milita o tempo todo. Ele é o exemplo da causa. Ele é a Causa. Como o Lula, o Lula ainda milita e milita o tempo todo.
Consta que certa vez Lênin solicitou informações sobre as qualidades de um militante relativamente a: 1) do ponto de vista da honestidade; 2) do ponto de vista político; 3) conhecimento do assunto; 4) capacidade administrativa. (V. I. Lênin “Coletânea Leninista”, vol. XXIII, pg. 164. In Os Ensinamentos de Lênin Sobre o Caráter Operativo do Trabalho de Organização de B. Iakovliev). Estas características, que tanto interessaram a Lênin para melhor administrar sua organização, ainda são importantes para se saber que tipo de militante se tem, ou ainda, que função ele melhor pode desempenhar. Talvez nisso o PT tenha se perdido um pouco e perdido alguns militantes. Os tempos mudaram, ninguém mais luta cegamente por amor. Os militantes não são mais objetos, são sujeitos. Atualmente, até o amor é reflexivo, tem prós e contras. O PT investiu sempre em seminários, debates, reuniões, amadurecimento, formação, era natural que os militantes, mais cedo ou mais tarde, aprendida a técnica do pensamento, começassem a questionar algumas coisas no Partido.
Aqueles que queriam que o proletariado chegasse ao poder com o PT, conseguiram seu intento, o PT governa o Brasil há três mandatos, possui o comando de Prefeituras, com reeleições, de Estados. O PT atingiu o poder, então, por que alguns dos militantes históricos foram embora e não voltaram? Acredito que, dominada a técnica do pensamento, descobriu-se que o poder não era o fim. O Proletariado não precisava apenas chegar ao poder, ele precisava ser feliz, precisava de transformação social, de coletividade, de convivência, precisava de empatia com o partido no que tange à honestidade, ao ponto de vista político, ao conhecimento do partido sobre o povo e sobre como administrar com e para o povo. Muito o PT fez, apoiou a construção de Movimentos Sociais, Centrais Sindicais. Esteve presente em lutas históricas como nas eleições diretas, como a criação do Orçamento Participativo, hoje, exemplo para países do mundo todo. Os governos nacionais do PT fomentaram a inclusão social, uma melhor distribuição de renda, planejamento estratégico incluindo a todos, os micros e os macros. Só que isso a militância imediatista não viu. Desde que se tornou governo, o PT não perdeu para os outros, a dita oposição só apareceu, quando o PT perdeu para si mesmo, para a fragilidade de uma estrutura baseada em ações humanas, em um quadro não mais ancorado em utopias, inserido em uma Instituição corrompida e viciada pelo Poder, como o Governo Federal. Convivendo entre feras, vimos muitos do PT se transformarem em feras. Por isso alguns militantes foram e não voltaram. Acreditaram que era o fim do PT, mas o PT não termina, ele se reconstrói e se reinicia.
O que fazer? Voltar ao início com tudo que já foi acumulado de conhecimento. Voltar sabendo que a meta não deve ser apenas tomar o poder. Não o poder pelo poder, tampouco esse poder como está. O PT-POA volta às origens: Seminários, debates, reuniões, amadurecimento, formação. Agora não é mais uma criancinha seguindo em frente sem saber bem aonde vai dar o caminho, tampouco é um adolescente, que ruge e se rebela, muitas vezes sem conseguir administrar as consequências de sua revolta. O que a militância vê é um PT de 31 anos, inteiro, que já sabe o que pode e o que não pode fazer. Ainda aprendendo a selecionar suas companhias, ainda aprendendo a manter a lucidez diante do capital, ainda aprendendo a ouvir o povo, ainda aprendendo, o que talvez seja o mais importante de tudo.
Posto isso, a militância que fica, milita.
*Mestre em Comunicação Social e Ambientalista eprofessora da UERGS
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Bolsa Família realiza recadastramento no Caravágio
No sábado passado (14/05) ocorreu o recadastramento do Bolsa Família na comunidade do bairro Caravágio, durante todo o dia, mesmo sob chuva, a Responsável pelo Programa Bolsa Família em Osório, Maderlen Sarmento Robaina, esteve no CCBC para o recadastramento das famílias participantes do programa. No inicio da tarde o presidente do Legislativo Municipal, prof. Denilson e o presidente municipal do Partido dos Trabalhadores, João Fernando, mais conhecido como Dadá, estiveram no local onde se encontrava equipe da Sec. Ação Social para recadastrar as famílias residentes no bairro.
Este tipo de atividade vem sendo desenvolvida pela secretaria em Bairros populares da cidade e em distritos onde fica difícil o deslocamento dos beneficiários até a secretaria por alguns problemas como: o trabalho ou o cuidar dos filhos.
A presença de João Fernando e Denilson deve-se ao fato da intenção do Partido de acompanhar o importante programa do Gov. federal no município e que beneficiou, no mês de maio, 1476 famílias em condição de necessidade.
Segundo o vereador, prof. Denilson: "O Bolsa Família já tirou milhões de brasileiros da miséria extrema e em Osório permite que pessoas carentes tenham condição de dignidade mínima e cidadania. Precisamos acompanhar a efetivação do Programa em Osório, além de auxiliar na divulgação de processos de recadastramento que servem para dar credibilidade ao Programa".
Segundo o presidente João Fernando: "O controle social das comunidades serve de estímulo para que eventuais falhas do programa sejam corrigidas".
É importante que a comunidade esteja atenta aos recadastramentos, para evitar transtornos com o recebimento do benefício, além disso, a participação frequente da comunidade garante a transparência do programa.
Leonardo Marques Rodrigues
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
PT Osório realiza janta de Mobilização
Local: Churrascaria Rodeio - RS 030 (Ao lado do parque de rodeios de Osório) Osório Data: 04/06/2011 (Sábado) Valor do Ingresso: R$13,00 | |
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Debate sobre a Reforma Política c/ Deputado Raul Pont
Para que possamos participar do debate e ampliarmos a discussão sobre este tema atual e que diz respeito a todos nós, que estaremos recebendo o Dep. Raul Pont, no sábado, dia 21 de maio em Osório.
Dia 21/05/2011 (Sábado) às 10:00
Auditório da Faculdade Cenecista de Osório (FACOS)
É imprescindível a presença de toda a população neste debate, pois só assim, poderemos construir juntos um novo modelo eleitoral que garanta uma democracia de verdade, onde a vontade popular realmente prevalecerá.
Contamos sua presença!
Osório debate sobre Educação Infantil
A Subcomissão de Educação Infantil da Assembleia Legislativa realiza, nesta sexta-feira (13), a partir das 18h, uma audiência pública sobre o tema na Câmara Municipal de Osório. O evento é aberto a toda a comunidade.
Presidida pela deputada estadual Ana Afonso, a Subcomissão tem a tarefa de apresentar um diagnóstico e propostas sobre a educação infantil no Estado. Segundo Ana Afonso, o objetivo do grupo é levar o debate sobre o tema a diversas localidades, engajando a população na discussão e fortalecendo o papel das câmaras municipais na fiscalização dos Executivos.
Muito a avançar
O Rio Grande do Sul apresenta um dos piores índices do País em educação infantil. O quadro em Osório também não é muito favorável, visto que o município atingiu menos de 50% da meta de matrículas para crianças de zero a três anos. Entre a população de quatro a cinco anos, conforme dados do Tribunal de Contas do Estado, o quadro melhora um pouco – com 80% de meta, Osório tem matriculadas 64,64% das crianças.
Diversas ações tem sido realizadas para melhorar esse quadro, mas ainda há passos a dar. “A participação popular é fundamental para termos certeza das demandas de todas as comunidades do município”, alertou o vereador professor Denílson, presidente da Câmara de Vereadores.
Ver. Denílson fala sobre “O Legislativo e a Comunicação”
Aconteceu na última sexta-feira (06), em Balneário Pinhal, o 1º Encontro Regional de Vereadores do Litoral.
O evento recebeu representantes dos Legislativos do Litoral que nos dois dias de trabalho discutiram sobre diversos temas pertinentes, como os desafios para o desenvolvimento da região, com vistas à integração dos Poderes Legislativos.
Durante a tarde de sexta-feira o encontro contou a palestra do Presidente da Câmara de Osório, Vereador Denílson da Silva, que abordou sobre “O Legislativo e a Comunicação”. Na oportunidade Denílson enfatizou a importância do relacionamento dos Vereadores com a comunidade através da utilização dos meios de comunicação.
No mesmo dia o Presidente do Legislativo Osoriense fez uma visita ao stand do Centro Empresarial de Osório – CEO, na 1ª Exposição Regional de Riquezas do Litoral Norte Gaúcho – ExpoLitoralRS, que aconteceu também em Balneário Pinhal, evento que teve como objetivo dar visibilidade aos potenciais econômicos da região e incremento comercial.
Gisele Cardoso
Assessoria de Comunicação da Câmara de Vereadores de Osório
Artigo Queremos uma reforma política para fortalecer a democracia
Henrique Fontana*
Não é novo o debate sobre a necessidade de uma reforma política no Brasil. Mas, neste momento, estou otimista, porque acho que o país e os parlamentares, por ampla maioria, acumularam a ideia de que o sistema político atual se esgotou. Não há sistema político perfeito, mas, com certeza, podemos sair desta reforma com um sistema bem melhor para a democracia brasileira.
O sistema político que queremos construir deverá qualificar a relação entre os representantes e representados. Por isso, entendo que devemos focar a reforma em alguns pontos. Nossa grande prioridade é o financiamento público exclusivo de campanha com forte redução dos gastos, ideia que já ganhou o apoio incondicional do ex-presidente Lula, que participará ativamente da campanha pela reforma política no Brasil. Junto a este sistema de financiamento das campanhas, o Partido dos Trabalhadores defende como pontos principais da reforma o voto em lista fechada, fidelidade partidária e o fim das coligações proporcionais. A seguir, passo a argumentar a favor de cada um destes pontos que, compreendo, compõem uma reforma possível no atual contexto político brasileiro.
Eu defendo a adoção do financiamento público exclusivo, com forte redução dos custos de campanha, pois entendo que os governos serão mais imunes à corrupção e independentes se nascerem a partir de um financiamento público de campanha. Boa parte dos problemas que enfrentamos hoje na gestão pública e nas eleições nasce do modelo de financiamento privado, que facilita a ação do poder econômico e cria injustiças em um processo de competição que deveria ser baseado em regras equânimes. E, obviamente, este financiamento deve ser absolutamente transparente e republicano.
O voto em lista, na minha opinião, tem a grande virtude de fortalecer os partidos e construir uma nova política no Brasil, baseada na valorização de ideias e programas. Hoje, mais de 80% dos eleitores esquecem em quem votaram poucos meses após o pleito eleitoral. Com isso, fica diluída a relação entre representante e representado, um dos elementos que queremos qualificar com a reforma. A lista que sugerimos deverá ser constituída com o voto secreto de todos os filiados do partido político. Este mecanismo irá reforçar as estruturas partidárias, agregando filiados interessados em participar da composição das listas eleitorais e permitindo aos eleitores uma clara diferenciação programática para o seu voto.
Como relator da Comissão Especial da Reforma Política na Câmara dos Deputados, estou apresentando uma alternativa que mantém a possibilidade do eleitor escolher o parlamentar de sua preferência. Trata-se de um sistema que garante ao eleitor um voto duplo, primeiro escolhendo o partido de sua preferência, votando na lista, e a seguir votando no candidato preferido. Se o partido A eleger oito deputados, por exemplo, metade serão os quatro primeiros da lista e os outros quatro serão os que receberem mais votos na votação nominal.
Por fim, a fidelidade partidária e fim das coligações proporcionais tratam-se de duas regras que estão totalmente relacionadas com a adoção do voto em lista e proporcional. A ideia da proporcionalidade é a de garantir a representação real de todas as forças da sociedade numa eleição. Ocorre que uma coligação entre partidos na eleição de parlamentares pode gerar distorções, pois candidatos com características político ideológicas muito diferentes podem ser eleitos por conta da performance de outros candidatos individualmente.
Considero a fidelidade partidária como um elemento fundamental da regra democrática. Será o partido o responsável pela representação e não o parlamentar. O princípio da fidelidade partidária fortalece o partido como instrumento de mediação com a política e o Estado e também pode aproximar o eleitor do eleito ao estabelecer mecanismos de controle sobre o mandato. Mas temos dois extremos que devemos evitar: o troca-troca, que desrespeita a escolha do eleitor, e uma espécie de prisão, onde jamais um líder político poderia entrar em conflito com o partido.
Enfim, o que buscamos é uma política melhor, mais democrática e representativa e, acima de tudo, mais independente em relação à força do poder econômico.
* Deputado Federal (PT-RS) e relator da Comissão Especial sobre a Reforma Política
Retirado do Blog do Professor Denilson
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Maio, Nosso Maio!
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