terça-feira, 4 de outubro de 2011

Professor Denilson é lançado Pré Candidato à Majoritária

 O Partido dos Trabalhadores de Osório realizou na última sexta – feira, 30 de setembro, na Associação de Cabos e Soldados um jantar especial de mobilização entre filiados e simpatizantes. O público presente, cerca de 300 pessoas tiveram a oportunidade de escutar o grupo de rap Fatos Reais do bairro Caravágio. Prestigiaram o jantar a Secretaria de Administração Estadual Stela Farias, a Deputada Estadual e vice presidente do PT Gaúcho Ana Afonso, o Superintendente Geral da Assembléia legislativa Ricardo Hesbart, Denise Meregalli Diretora da Secretária de Habitação do estado, Andrew Carvalho Diretor Financeiro da CORAG, Everton Ferroni delegado Regional da Susepe, além desses prestigiaram o evento os secretários municipais Lorena Munari (PT), Eduardo Renda ( PP) e Gilmar Luz (PDT). 

O jantar foi marcado pelo lançamento da pré - candidatura do Professor Denílson a majoritária do partido para o município de Osório, bem como os pré candidatos a vereadores, Cesila Martins, Lorena Munari, João Luis Batista, Ana Paula Coutinho e Lúcio Zanoni para o próximo ano. Dentro dos próximos dias o Partido dos Trabalhadores apresentará a data do próximo jantar de mobilização, que certamente será mais um sucesso de público. 

O Partido dos Trabalhadores de Osório, entende que está credenciado para fazer parte de uma chapa majoritária onde sejam escolhidos os melhores nomes dentro da atual coalizão política Osoriense, para assim vencer as eleições de 2012. Num clima festivo e de confraternização o Partido dos Trabalhadores demonstrou a capacidade de mobilização, interação com os movimentos sociais e integração da sua militância.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, na abertura do Debate Geral da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas

Nova Iorque-EUA, 21 de setembro de 2011

Senhor presidente da Assembleia Geral, Nassir Abdulaziz Al-Nasser,

Senhor secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,

Senhoras e senhores chefes de Estado e de Governo,

Senhoras e senhores,

Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o Debate Geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna, que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo.

É com humildade pessoal, mas com justificado orgulho de mulher, que vivo este momento histórico.

Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste Planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres.

Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino, e são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje.

Senhor Presidente,

O mundo vive um momento extremamente delicado e, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade histórica. Enfrentamos uma crise econômica que, se não debelada, pode se transformar em uma grave ruptura política e social. Uma ruptura sem precedentes, capaz de provocar sérios desequilíbrios na convivência entre as pessoas e as nações.

Mais que nunca, o destino do mundo está nas mãos de todos os seus governantes, sem exceção. Ou nos unimos todos e saímos, juntos, vencedores ou sairemos todos derrotados.

Agora, menos importante é saber quais foram os causadores da situação que enfrentamos, até porque isto já está suficientemente claro. Importa, sim, encontrarmos soluções coletivas, rápidas e verdadeiras.

Essa crise é séria demais para que seja administrada apenas por uns poucos países. Seus governos e bancos centrais continuam com a responsabilidade maior na condução do processo, mas como todos os países sofrem as consequências da crise, todos têm o direito de participar das soluções.

Não é por falta de recursos financeiros que os líderes dos países desenvolvidos ainda não encontraram uma solução para a crise. É – permitam-me dizer – por falta de recursos políticos e, algumas vezes, de clareza de ideias.

Uma parte do mundo não encontrou ainda o equilíbrio entre ajustes fiscais apropriados e estímulos fiscais corretos e precisos para a demanda e o crescimento. Ficam presos na armadilha que não separa interesses partidários daqueles interesses legítimos da sociedade.

O desafio colocado pela crise é substituir teorias defasadas, de um mundo velho, por novas formulações para um mundo novo. Enquanto muitos governos se encolhem, a face mais amarga da crise – a do desemprego – se amplia. Já temos 205 milhões de desempregados no mundo – 44 milhões na Europa, 14 milhões nos Estados Unidos. É vital combater essa praga e impedir que se alastre para outras regiões do Planeta.

Nós, mulheres, sabemos – mais que ninguém – que o desemprego não é apenas uma estatística. Golpeia as famílias, nossos filhos e nossos maridos. Tira a esperança e deixa a violência e a dor.

Senhor Presidente,

É significativo que seja a presidenta de um país emergente – um país que vive praticamente um ambiente de pleno emprego – que venha falar, aqui, hoje, com cores tão vívidas, dessa tragédia que assola, em especial, os países desenvolvidos.

Como outros países emergentes, o Brasil tem sido, até agora, menos afetado pela crise mundial. Mas sabemos que nossa capacidade de resistência não é ilimitada. Queremos – e podemos – ajudar, enquanto há tempo, os países onde a crise já é aguda.

Um novo tipo de cooperação, entre países emergentes e países desenvolvidos, é a oportunidade histórica para redefinir, de forma solidária e responsável, os compromissos que regem as relações internacionais.

O mundo se defronta com uma crise que é, ao mesmo tempo, econômica, de governança e de coordenação política.

Não haverá a retomada da confiança e do crescimento enquanto não se intensificarem os esforços de coordenação entre os países integrantes da ONU e as demais instituições multilaterais, como o G-20, o Fundo Monetário, o Banco Mundial e outros organismos. A ONU e essas organizações precisam emitir, com a máxima urgência, sinais claros de coesão política e de coordenação macroeconômica.

As políticas fiscais e monetárias, por exemplo, devem ser objeto de avaliação mútua, de forma a impedir efeitos indesejáveis sobre os outros países, evitando reações defensivas que, por sua vez, levam a um círculo vicioso.

Já a solução do problema da dívida deve ser combinada com o crescimento econômico. Há sinais evidentes de que várias economias avançadas se encontram no limiar da recessão, o que dificultará, sobremaneira, a resolução dos problemas fiscais.

Está claro que a prioridade da economia mundial, neste momento, deve ser solucionar o problema dos países em crise de dívida soberana e reverter o presente quadro recessivo. Os países mais desenvolvidos precisam praticar políticas coordenadas de estímulo às economias extremamente debilitadas pela crise. Os países emergentes podem ajudar.

Países altamente superavitários devem estimular seus mercados internos e, quando for o caso, flexibilizar suas políticas cambiais, de maneira a cooperar para o reequilíbrio da demanda global.

Urge aprofundar a regulamentação do sistema financeiro e controlar essa fonte inesgotável de instabilidade. É preciso impor controles à guerra cambial, com a adoção de regimes de câmbio flutuante. Trata-se, senhoras e senhores, de impedir a manipulação do câmbio tanto por políticas monetárias excessivamente expansionistas como pelo artifício do câmbio fixo.

A reforma das instituições financeiras multilaterais deve, sem sombra de dúvida, prosseguir, aumentando a participação dos países emergentes, principais responsáveis pelo crescimento da economia mundial.

O protecionismo e todas as formas de manipulação comercial devem ser combatidos, pois conferem maior competitividade, de maneira espúria e fraudulenta.

Senhor Presidente,

O Brasil está fazendo a sua parte. Com sacrifício, mas com discernimento, mantemos os gastos do governo sob rigoroso controle, a ponto de gerar vultoso superávit nas contas públicas, sem que isso comprometa o êxito das políticas sociais, nem nosso ritmo de investimento e de crescimento.

Estamos tomando precauções adicionais para reforçar nossa capacidade de resistência à crise, fortalecendo nosso mercado interno com políticas de distribuição de renda e inovação tecnológica.

Há pelo menos três anos, senhor Presidente, o Brasil repete, nesta mesma tribuna, que é preciso combater as causas, e não só as consequências da instabilidade global.

Temos insistido na interrelação entre desenvolvimento, paz e segurança, e que as políticas de desenvolvimento sejam, cada vez mais, associadas às estratégias do Conselho de Segurança na busca por uma paz sustentável.

É assim que agimos em nosso compromisso com o Haiti e com a Guiné-Bissau. Na liderança da Minustah temos promovido, desde 2004, no Haiti, projetos humanitários, que integram segurança e desenvolvimento. Com profundo respeito à soberania haitiana, o Brasil tem o orgulho de cooperar para a consolidação da democracia naquele país.

Estamos aptos a prestar também uma contribuição solidária, aos países irmãos do mundo em desenvolvimento, em matéria de segurança alimentar, tecnologia agrícola, geração de energia limpa e renovável e no combate à pobreza e à fome.

Senhor Presidente,

Desde o final de 2010 assistimos a uma sucessão de manifestações populares, que se convencionou denominar “Primavera Árabe”. O Brasil é pátria de adoção de muitos imigrantes daquela parte do mundo. Os brasileiros se solidarizam com a busca de um ideal que não pertence a nenhuma cultura, porque é universal: a liberdade.

É preciso que as nações aqui reunidas encontrem uma forma legítima e eficaz de ajudar as sociedades que clamam por reforma, sem retirar de seus cidadãos a condução do processo.

Repudiamos com veemência as repressões brutais que vitimam populações civis. Estamos convencidos de que, para a comunidade internacional, o recurso à força deve ser sempre a última alternativa. A busca da paz e da segurança no mundo não pode limitar-se a intervenções em situações extremas.

Apoiamos o Secretário-Geral no seu esforço de engajar as Nações Unidas na prevenção de conflitos, por meio do exercício incansável da democracia e da promoção do desenvolvimento.

O mundo sofre, hoje, as dolorosas consequências de intervenções que agravaram os conflitos, possibilitando a infiltração do terrorismo onde ele não existia, inaugurando novos ciclos de violência, multiplicando os números de vítimas civis.

Muito se fala sobre a responsabilidade de proteger, pouco se fala sobre a responsabilidade ao proteger. São conceitos que precisamos amadurecer juntos. Para isso, a atuação do Conselho de Segurança é essencial, e ela será tão mais acertada quanto mais legítimas forem suas decisões, e a legitimidade do próprio Conselho depende, cada dia mais, de sua reforma.

Senhor Presidente,

A cada ano que passa, mais urgente se faz uma solução para a falta de representatividade do Conselho de Segurança, o que corrói sua eficácia. O ex-presidente Joseph Deiss recordou-me um fato impressionante: o debate em torno da reforma do Conselho já entra em seu 18º ano. Não é possível, senhor Presidente, protelar mais.

O mundo precisa de um Conselho de Segurança que venha a refletir a realidade contemporânea, um Conselho que incorpore novos membros permanentes e não permanentes, em especial representantes dos países em desenvolvimento.

O Brasil está pronto a assumir suas responsabilidades como membro permanente do Conselho. Vivemos em paz com nossos vizinhos há mais de 140 anos. Temos promovido com eles bem-sucedidos processos de integração e de cooperação. Abdicamos, por compromisso constitucional, do uso da energia nuclear para fins que não sejam pacíficos. Tenho orgulho de dizer que o Brasil é um vetor de paz, estabilidade e prosperidade em sua região, e até mesmo fora dela.

No Conselho de Direitos Humanos, atuamos inspirados por nossa própria história de superação. Queremos para os outros países o que queremos para nós mesmos.

O autoritarismo, a xenofobia, a miséria, a pena capital, a discriminação, todos são algozes dos direitos humanos. Há violações em todos os países, sem exceção. Reconheçamos esta realidade e aceitemos, todos, as críticas. Devemos nos beneficiar delas e criticar, sem meias-palavras, os casos flagrantes de violação, onde quer que ocorram.

Senhor Presidente,

Quero estender ao Sudão do Sul as boas vindas à nossa família de nações. O Brasil está pronto a cooperar com o mais jovem membro das Nações Unidas e contribuir para seu desenvolvimento soberano.

Mas lamento ainda não poder saudar, desta tribuna, o ingresso pleno da Palestina na Organização das Nações Unidas. O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal, nas fronteiras de 1967, de forma consistente com as resoluções das Nações Unidas. Assim como a maioria dos países nesta Assembleia, acreditamos que é chegado o momento de termos a Palestina aqui representada a pleno título.

O reconhecimento ao direito legítimo do povo palestino à soberania e à autodeterminação amplia as possibilidades de uma paz duradoura no Oriente Médio. Apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional.

Venho de um país onde descendentes de árabes e judeus são compatriotas e convivem em harmonia, como deve ser.

Senhor Presidente,

O Brasil defende um acordo global, abrangente e ambicioso para combater a mudança do clima no marco das Nações Unidas. Para tanto, é preciso que os países assumam as responsabilidades que lhes cabem.

Apresentamos uma proposta concreta, voluntária e significativa de redução [de emissões], durante a Cúpula de Copenhague, em 2009. Esperamos poder avançar, já na reunião de Durban, apoiando os países em desenvolvimento nos seus esforços de redução de emissões e garantindo que os países desenvolvidos cumprirão suas obrigações – com novas metas no Protocolo de Quioto – para além de 2012.

Teremos a honra de sediar a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho do ano que vem. Juntamente com o secretário-geral Ban Ki-moon, reitero aqui o convite para que todos os chefes de Estado e de Governo compareçam.

Senhor Presidente e minhas companheiras mulheres de todo mundo,

O Brasil descobriu que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza, e que uma verdadeira política de direitos humanos tem por base a diminuição da desigualdade e da discriminação entre as pessoas, entre as regiões e entre os gêneros.

O Brasil avançou política, econômica e socialmente sem comprometer sequer uma das liberdades democráticas. Cumprimos quase todos os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, antes de 2015. Saíram da pobreza e ascenderam para a classe média quase 40 milhões de brasileiras e brasileiros. Tenho plena convicção de que cumpriremos nossa meta de, até o final do meu governo, erradicar a pobreza extrema no Brasil.

No meu país, a mulher tem sido fundamental na superação das desigualdades sociais. Nossos programas de distribuição de renda têm, nas mães, a figura central. São elas que cuidam dos recursos que permitem às famílias investir na saúde e na educação de seus filhos.

Mas o meu país, como todos os países do mundo, ainda precisa fazer muito mais pela valorização e afirmação da mulher. Ao falar disso, cumprimento o secretário-geral Ban Ki-moon pela prioridade que tem conferido às mulheres em sua gestão à frente das Nações Unidas.

Saúdo, em especial, a criação da ONU Mulher e sua diretora-executiva, Michelle Bachelet.

Senhor Presidente,

Além do meu querido Brasil, sinto-me aqui também representando todas as mulheres do mundo. As mulheres anônimas, aquelas que passam fome e não podem dar de comer aos seus filhos; aquelas que padecem de doenças e não podem se tratar; aquelas que sofrem violência e são discriminadas no emprego, na sociedade e na vida familiar; aquelas cujo trabalho no lar cria as gerações futuras.

Junto minha voz às vozes das mulheres que ousaram lutar, que ousaram participar da vida política e da vida profissional, e conquistaram o espaço de poder que me permite estar aqui hoje.

Como mulher que sofreu tortura no cárcere, sei como são importantes os valores da democracia, da justiça, dos direitos humanos e da liberdade.

E é com a esperança de que estes valores continuem inspirando o trabalho desta Casa das Nações, que tenho a honra de iniciar o Debate Geral da 66ª Assembleia Geral da ONU.

Muito obrigada.


Ouça a íntegra do discurso (23min49s) da Presidenta Dilma

Fonte: http://www2.planalto.gov.br/imprensa/discursos/discurso-da-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-na-abertura-do-debate-geral-da-66a-assembleia-geral-das-nacoes-unidas-nova-iorque-eua/view


domingo, 11 de setembro de 2011

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO OSORIENSE

O partido dos trabalhadores, presente neste município desde a década de 80, vem tornar público à população osoriense, simpatizantes, eleitores e filiados, que sua composição consta de uma direção executiva, comissão de ética, conselho fiscal e diretório, eleitos legitimamente por seus filiados.

Hoje o PT – Osório possui uma cadeira na câmara de vereadores, numa eleição onde obtivemos o quarto lugar em votação no pleito. Esta conquista nos remete a ser atualmente a terceira força política do município.

A história do partido de práticas democráticas e participativas é uma prerrogativa que está presente no nosso estatuto e código de ética. Em sistemáticas reuniões de diretório, plenárias ampliadas, reuniões de mandato são discutidas, e votadas, se necessários, temas pertinentes aos interesses coletivos.

O partido tem como prática respeitar as instâncias e só levar ao conhecimento público, decisões tomadas em conjunto, quando por escrito, assinado por seu representante, o presidente, respeitando a hierarquia, evitando ações oportunistas que querem se sobrepor às decisões coletivas. Entendemos que cada membro representa esta bandeira, e nossa ideologia se manifesta pela nossa linguagem e ações.

Representamos o nosso partido em todos os momentos, pois somos reconhecidos como agentes políticos perante a sociedade.

Em nossas pautas de discussão está em primeiro lugar o compromisso de trabalho, do legislativo e do executivo, que assumimos no município, de lutar por uma sociedade mais justa e participativa, buscando a implementação de políticas públicas, junto aos governos estadual e federal.

Nosso segundo ponto que ainda está em discussão, com o diretório e plenárias ampliadas é a questão da emenda constitucional 58 que trata do número de vereadores dos municípios, que só vamos manifestar decisão após ouvirmos todos os filiados interessados, em exaustivas discussões.

A todos, e a juventude em particular, que nos acompanha, agradecemos as manifestações de entendimento e reconhecimento de nossas práticas, que esperamos, sejam exemplo e motivação para participação politica.

Esta carta tem por objetivo também esclarecer a todos que a liberdade de manifestação existe, e é legitima, mas que não deve expor ideias que possam ser ambíguas, pois nossos propósitos sempre foram de clareza e transparência.

Não queremos incorrer em julgamentos de instituições e órgãos de poder, muito menos de pessoas, e principalmente companheiros que nos representam neste município.

Uma boa luta a todas e a todos.

Joao Fernando Marques - presidente
Cesila Martins – vice-presidente
Renata Valim – secretária geral
João Luiz Batista – tesoureiro
Denilson da silva – líder de bancada

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Jantar de Mobilização





Convidamos todos a participarem do Jantar de Mobilização do PT Osório no dia 30 de setembro às 20 horas na Associação de Cabos e Soldados ( ACASO), o valor do ingresso é R$ 13,00 + R$ 2,00.
A tua participação e da tua família é muito importante para o PT Osório.




Aproveite e de carona leve mais um companheiro (a), vamos fazer deste encontro uma grande festa de mobilização e integração.




Saudações Petistas!








Comunidade PT

Companheiros e Companheiras;

O Partido dos Trabalhadores possui a Comunidade PT na internet, http://sisfil.pt.org.br:8080/comunidade/ , onde ali é possível
atualizar os teus dados cadastrais, consultar teu número de filiação e manter um contato com os companheiros de todo o país.
Acesse o link e faça seu cadastro, confira se teus dados estão atualizados e faça parte da mudança cultural que o PT está fazendo na rede social. http://sisfil.pt.org.br:8080/comunidade/
























sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Pronatec: Brasil terá mais 8 milhões de vagas na educação profissional

O programa vai assegurar oito milhões de vagas na educação profissional, garantindo boa formação educacional aliada à profissionalização de jovens e trabalhadores.


Para um público-alvo que beneficiará prioritariamente estudantes de ensino médio da rede pública, trabalhadores e os beneficiários de programas federais de transferência de renda, a Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (31) o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Uma das ações previstas é a oferta de bolsas de estudos.

Para o deputado federal Pedro Uczai (PT/SC), membro da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o projeto de Lei 1209/11, que cria o Pronatec, trata-se de uma das matérias mais importantes votadas neste ano. O objetivo da proposta é aumentar a oferta de cursos profissionalizantes e de qualificação.

De acordo com o substitutivo que foi aprovado, de autoria do deputado Biffi (PT-MS), as ações do Pronatec poderão contemplar os povos indígenas, as comunidades de quilombolas e jovens infratores. Ele inclui entre os trabalhadores que poderão pleitear bolsas os pescadores, agricultores familiares, aquicultores, extrativistas e silvicultores.

O texto aprovado prevê formação técnica em escolas das redes de ensino municipais, estaduais, particulares e das instituições de ensino tecnológicos e superior.

O deputado Pedro Uczai destaca que o Brasil vive um novo momento de crescimento e de desenvolvimento, e que a qualificação profissional é uma exigência para os inúmeros postos de trabalhos que estão sendo abertos em todas as regiões do país. “Pelo Pronatec vamos assegurar oito milhões de vagas na educação profissional, garantindo boa formação educacional aliada à profissionalização de nossos jovens e trabalhadores. Com isso, o jovem saberá que vai sair da escola, qualificado e preparado para o mercado de trabalho”, comemora Uczai.


Bolsa-formação

A Bolsa-formação Estudante destina-se aos alunos regularmente matriculados no ensino médio público, que deverão frequentar ao mesmo tempo o curso profissionalizante.

Já a Bolsa-formação Trabalhador será concedida aos trabalhadores e aos beneficiários da bolsa-família, por exemplo. Eles deverão frequentar cursos de formação inicial ou continuada ou de qualificação profissional. O curso deverá ter carga horária mínima de 160 horas.

O valor das bolsas incluirá as mensalidades e os encargos educacionais, o transporte e a alimentação dos beneficiários.


Financiamento estudantil

Para viabilizar o financiamento do ensino profissionalizante na rede privada, o projeto do Pronatec, muda a lei de criação do Fies, que passa a se chamar Fundo de Financiamento Estudantil, beneficiando também os estudantes matriculados em cursos de educação profissional e tecnológica. Atualmente, a prioridade do Fies é para o ensino superior.

O Fies poderá ser acessado diretamente pelo estudante ou pela empresa que pretender oferecer formação profissional aos seus trabalhadores por meio da modalidade Fies-Empresa.


(Assessoria Pedro Uczai com informações da Agência Câmara)

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Nota da Executiva

Em reunião do Diretório do PT Osório, ocorrida na noite da segunda-feira (22 de agosto) na Câmara de Vereadores de Osório, um dos assuntos de pauta foi o número de vereadores para o município. Após um amplo debate democrático, os presentes definiram que o partido ainda não tire uma posição definitiva. O tema será pautado novamente em novos encontros nos próximos dias. Acreditamos que o exercício da democracia é essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.



Saudações petistas.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Governador Tarso Genro visita FENACAN e Moenda da Canção

Patrulhenses organizaram recepção calorosa ao Governador Tarso Genro. Com muitas autoridades presentes e uma bandinha dando boas vindas, Tarso visitou todos os estandes da Feira acompanhado pelo Prefeito Daiçon Maciel, pelo Secretário de Saúde, Ciro Simoni, Deputado Estadual Daniel Bordignon e pelos dirigentes do Partido dos Trabalhadores de Santo Antônio da Patrulha.

O Presidente do Legislativo de Osório, Vereador Professor Denilson, também prestigiou a visita do Governador ao município visinho.

Desde que começou na última quinta-feira (11.08) a Fenacan 2011 é sucesso de público. A programação diversificada a um preçoacessível (R$ 3,00 por dia ou R$ 5,00 por final de semanatem levado milhares de pessoas ao Parque Caetano Tedesco, em Santo Antônio da Patrulha. A gastronomia com produtos típicos da terra é uma atração singular da Feira Nacional da Cana de Açúcar Sonho eArrozalém do climaque tem colaborado, com noites de temperaturas amenas e dias de céu claro. (Fonte: http://www.santoantoniodapatrulha.rs.gov.br)


Confira o PROGRAMA OFICIAL DA 25ª MOENDA DA CANÇÃO


Sexta-feira - 19.08.201120h: Abertura• Apresentação de 8 músicas concorrentes à 25ª Moenda da Canção• Homenagem à cantora Loma• Apresentação de 2 músicas concorrentes à 1ª Moenda Instrumental
• SHOW GRUPO THOLL - Circo de Bonecos
Sábado - 20.08.201120h: Abertura• Apresentação de 8 músicas concorrentes à 25ª Moenda da Canção• Homenagem a Doli Carlos da Costa• Apresentação do Projeto Música & Comunicação - com Jorge Foques • Apresentação de 2 músicas concorrentes à 1ª Moenda Instrumental• SHOW PAPAS DA LÍNGUA - Bloco na Rua
• Divulgação das músicas classificadas para a Final
Domingo - 21.08.201119h30min: Abertura• Apresentação das 8 músicas finalistas da 25ª Moenda da Canção• Homenagem a Geraldo Flach• Apresentação das 2 músicas finalistas da 1ª Moenda Instrumental• COMEMORAÇÃO DO JUBILEU DE PRATA DA MOENDA DA CANÇÃO
• Premiação


Mais Informações:
http://www.moendadacancao.com.br/

terça-feira, 16 de agosto de 2011

2ª Conferência Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres



Dilma anuncia criação de universidades e unidades de institutos federais

A presidenta da República, Dilma Rousseff, anuncia nesta terça-feira, 16, a criação de quatro universidades federais, a abertura de 47 câmpus universitários e 208 unidades dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia, espalhados em todo o país. 

Até 2012, serão implementados 20 câmpus universitários em oito estados e 88 unidades de institutos federais em 25 estados. Além disso, prefeitos assinarão termos de compromisso para a construção de 120 unidades de institutos federais em municípios dos 26 estados e no Distrito Federal. Pelas previsões, que todas as unidades estarão em funcionamento nos próximos três anos. 

Universidades – As novas universidades federais serão instaladas no Pará, na Bahia e no Ceará. A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) terá sede na cidade de Marabá, onde hoje funciona o câmpus Marabá da Universidade Federal do Pará (UFPA). A Universidade Federal da Região do Cariri (UFRC), no Ceará, terá sede em Juazeiro do Norte. Ela será instalada na atual estrutura do câmpus Cariri, que pertence à Universidade Federal do Ceará (UFCE). 

A Bahia ganha duas instituições. A Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufoba) com sede em Barreiras, onde atualmente funciona o câmpus Barreiras da Universidade Federal da Bahia (UFBA); e a Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), que terá sede em Itabuna. 

A Universidade Federal do Ceará transfere três de seus câmpus para a Universidade Federal da Região do Cariri – câmpus Cariri (na cidade de Juazeiro do Norte), Barbalha e Crato; a Universidade Federal do Pará passa à Unifesspa o câmpus Marabá; e a Universidade Federal da Bahia transfere o câmpus Barreiras à Ufoba. No conjunto, as quatro novas universidades federais terão 17 câmpus, dos quais 12 serão criados (Tabela 1). 

Outras 12 universidades federais, de 11 estados, ganharão 15 câmpus. No Pará, a UFPA ganha um câmpus; na Bahia, a UFBA e a UFRB, um câmpus cada uma; no Ceará, a UFCE (2); em Pernambuco, a UFRPE (1); em Goiás, a UFG (2); no Maranhão, a UFMA (1); no Mato Grosso, a UFMT (1); em Minas Gerais, a UFVJM (2); em São Paulo, a Unifesp (1); em Santa Catarina, a UFSC (1); no Rio Grande do Sul, a UFSM (1). (Tabela 2

2011-2012 – Até o fim de 2012, o governo federal deve concluir a implantação de 20 unidades, distribuídas entre 12 universidades federais localizadas nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste. Essa ação atenderá 20 municípios de oito estados. Entre as instituições com maior número de unidades, se destacam a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), que se expande para sete municípios, e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que amplia sua presença nas cidades de Mauá, Osasco, Buri e na Zona Leste da capital. (Tabela 3)

Institutos federais – Prefeitos de 120 municípios assinam nesta terça-feira, 16, o compromisso com o governo federal de oferecer terrenos para a instalação de unidades de educação profissional em suas cidades. A concretização das novas escolas deve acontecer em 2013-2014. As 27 unidades da Federação estão contempladas: Acre (um município), Alagoas (4), Amapá (2), Amazonas (4), Bahia (9), Ceará (6), Distrito Federal (uma cidade), Espírito Santo (2), Goiás (5), Maranhão (8), Mato Grosso (3), Mato Grosso do Sul (3), Minas Gerais (6), Pará (5), Paraíba (6), Paraná (6), Pernambuco (9), Piauí (4), Rio de Janeiro (7), Rio Grande do Norte (3), Rio Grande do Sul (7), Rondônia (1), Roraima (1), Santa Catarina (3), São Paulo (8), Sergipe (4) e Tocantins (2).

A essas 120 unidades de educação profissional se somam 88 que estão em construção, com término previsto para o fim de 2012. Ao final de 2014, portanto, o país terá ganho 208 unidades de educação profissional. 

Assessoria de Comunicação Social


Confira a tabela 4: 120 novas unidades de educação profissional 

Confira a tabela 5: 88 escolas de educação profissional em construção

Convocação de Plenária


Na próxima segunda-feira (22 de agosto), às 20 horas, na sala.com da Câmara de Vereadores de Osório, o Partido dos Trabalhadores realizará Plenária, que abordará os seguintes assuntos:
 
@ jantar de mobilização
@ prestação de contas
@ debate sobre o número de vereadores no legislativo municipal
 
Contamos com a presença de todos.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Entrevista coletiva de Lula, na Escola Superior de Guerra

O presidente de honra do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, concedeu entrevista coletiva após discurso na Escola Superior de Guerrra. Na ocasião Lula defendeu uma maior cooperação entre a América Latina e a África. O evento ocorreu no dia 29 de julho.